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STF nega pedido da Prefeitura de Londrina e mantém aulas presenciais de escolas particulares

O Supremo Tribunal Federal (STF) negou um pedido da Prefeitura de Londrina, no norte do Paraná, para suspender as aulas presenciais em escolas particulares. Na decisão, o presidente da Corte, Luiz Fux, apontou que há dúvidas sobre se as recomendações técnico-científicas de suspensão de aulas ajudam a conter a pandemia. Escolas conveniadas ao Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Estado do Paraná (Sinepe) foram autorizadas a retomar as atividades presenciais após liminar publicada pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) há três semanas. Escolas particulares de Londrina retomam aulas presenciais após autorização da Justiça Mesmo autorizando o retorno das aulas presenciais, a liminar determina que os pais que preferirem continuar com filhos em casa, com aulas pela internet, deverão continuar sendo atendidos. A prefeitura entrou com recursos, tanto do TJ-PR quanto no STF, alegando que a pandemia de Covid-19 ainda não está sob controle e que há risco no contágio entre os alunos O presidente do STF, Luiz Fux, que não se sabe ao certo o alcance dos danos aos serviços educacionais e à saúde dos alunos e professores. Por isto, negou suspensão da liminar Com essa decisão, as aulas presenciais nas escolas particulares filiadas ao Sinepe estão mantidas. 1 de 1 Escolas particulares retomaram aulas presenciais em outubro — Foto: Reprodução/RPC 7 vídeos Veja mais notícias da região no G1 Norte e Noroeste.
29/10/2020 (00:00)

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