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Morre o desembargador Antônio Izaías, aos 89 anos

Informamos, com imenso pesar, o falecimento do desembargador Antônio Izaías da Costa Abreu que, por décadas, exerceu a magistratura no Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro e, desde a aposentadoria, dedicou-se voluntariamente ao Museu da Justiça, onde permaneceu como membro da Comissão de Preservação da Memória Judiciária – COMEMO, até a sua morte. "O desembargador Izaías será sempre uma referência para o Tribunal de Justiça do Rio. Sua história se confunde com a história do Poder Judiciário fluminense e suas inúmeras obras o imortalizarão para sempre", afirmou o presidente do TJRJ, desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira. Sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro – IHGB, era também  acadêmico correspondente da Academia Portuguesa da História; membro titular, honorário, associado emérito e correspondente de renomados institutos e academias, no Brasil e no exterior, como a Société Internationale de Prophylaxie Criminelle, com sede em Paris, e Academia Paraguaya de la Historia, com sede em Assunção, entre outras. Foi agraciado com inúmeros títulos e comendas, em reconhecimento por toda uma vida de dedicada ao direito e à história. Professor de Direito Civil e Direito Penal da Universidade Católica de Petrópolis - UCP por mais de vinte anos, foi também autor das obras: O Linguajar do Marginalizado - sociologia criminal (1983); Quilombos em Petrópolis (1988); Municípios e Topônimos Fluminenses (1994); A Morte de Koeler - a tragédia que abalou Petrópolis (1996) Ternas Recordações – poesias (1999); Palácios e Fóruns do Judiciário do Estado do Rio de Janeiro (2005); O Judiciário Fluminense - período republicano (2006); O Judiciário Fluminense e suas Comarcas – capital (2008); Comarcas Fluminenses – interior (2009) e A Colonização do Sudeste – a prevalência italiana (2012); O que Vi e Ouvi, crônicas anedotizadas (2017); O Humor e o Riso, em versos livres (2019). Autor e produtor dos documentários: O Quilombo de Paty do Alferes (2004); Princesa Isabel, A Redentora – revendo a história (2010) e Vila de Macacu, Convento de São Boaventura (2010), coordenou e organizou as obras: Tribunais do Rio de Janeiro 250 anos – da Relação 1752 ao Tribunal de Justiça 2002 (2002) e Obras Completas de Rui Barbosa – prefácios, notas e revisões por José Bezerra Câmara 1915/2015, Prêmio FUNAGER 2015. Recentemente, Antônio Izaías da Costa Abreu terminou sua última obra, ainda não publicada, “Complementando os Registros Históricos, uma breve contribuição à história de Bom Jesus do Itaboapoana” e dedicava-se à coordenação do livro “Tribunais do Rio de Janeiro – 270 anos, da Relação 1752 ao Tribunal de Justiça 2022”, obra realizada pelo Museu da Justiça – Centro Cultural do Poder Judiciário e de iniciativa do Exmo. O desembargador faria 90 anos no próximo dia 5 de março. Ele deixa duas filhas.
19/01/2022 (00:00)

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