Sexta-feira
21 de Setembro de 2018 - 
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RR: MAIO VERDE: Público lota auditório da Defensoria para conferir palestras

Acadêmicos de Direito e de Psicologia, defensores públicos e outros profissionais afins lotaram, na noite de ontem (14), o auditório da Defensoria Pública do Estado (DPE) durante o ciclo de palestras. Atividade que encerrou o primeiro dia da Semana da Defensora e do Defensor Público. O primeiro assunto abordado foi sobre ‘imigração venezuelana e vulnerabilidade socioeconômica em Roraima’. Já a segunda palestra sobre ‘Falsas Memórias e Prova Oral: a Psicologia do Testemunho Enquanto Estratégia Defensiva’. Os palestrantes foram o professor e assessor jurídico Vilmar Antônio da Silva que falou sobre a imigração e o professor e pesquisador Gustavo Ávila, que trabalha desde o mestrado sobre as falsas memórias e como pode implicar no processo criminal continuou os debates. A defensora pública geral, Terezinha Muniz, abriu os trabalhos dizendo que as temáticas abordadas são importantes visto que a DPE atua diretamente com pessoas vulneráveis e também na defesa criminal. “Capacitar nosso quadro para uma melhor atuação é o compromisso da minha gestão, então a vinda do professor Gustavo foi de importância crucial para a própria atividade da Defensoria Pública”, informou. Ela ainda declarou que a meta da palestra foi alcançada com êxito. “Foi expressiva a participação de defensores da área criminal e outras áreas, com isso o nosso objetivo foi plenamente alcançada. Sem dúvida para nossa instituição e para nossos assistidos é um grande ganho”, destacou Terezinha. O professor e assessor jurídico Vilmar Antonio da Silva, disse que o objetivo foi demonstrar a situação dos imigrantes de forma a sensibilizar a sociedade. “Esse é um problema que acarreta persos desdobramentos para a nossa sociedade. Contudo muitas pessoas tratam mal, por simples preconceito e não querem ajudar, muitos pensam que os venezuelanos vieram ao Brasil por opção, mas a maioria está apenas em busca de sobrevivência”, frisou. Gustavo Ávila, destacou que as falsas memórias é um tema que deve ser abordado por todos que trabalham na área jurídica. “A melhor maneira de evitar as falsas memórias é por meio do livre testemunho, que ocorrerá sem nenhuma interrupção, para que pessoas inocentes não sejam condenadas injustamente”, contou. Para o defensor público, Frederico Leão, que participou da mesa redonda afirmou ter aproveitado para esclarecer dúvidas. “Tema de extrema importância para a prática do defensor público, pois o professor doutor trouxe dados empíricos sobre sua pesquisa e certamente contribuirá para a atuação de cada um que participou da palestra”, contou. Para a acadêmica de direito, Ana Clara Rossi Cândido, as palestras lhe trouxeram um novo olhar sobre a crise e também da atuação jurídica. “Gostei bastante, fiquei impressionada sobre as falsas memórias. Eu ainda não havia ouvido falar e isso me instigou a entender melhor sobre isso”, disse.

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